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16 de abril de 2013

Brisas no Parque

Depois de uma viagem de carro, e com o calor que estava, o que mais me apetecia era esticar as pernas. Nada melhor que o parque ribeirinho em Vila Nova da Barquinha.

Assim que o tempo começa a aquecer sabe bem ao fim do dia ir dar uma voltinha ao parque, ver o rio, levar um livro e sentar debaixo de uma árvore a ler.

Com uma brisa ainda na mala, e com pouca gente no parque, achei que o melhor seria deixá-la lá. Quem sabe um conhecido não fica com ela?

Assim ficou mais uma pequena  brisa, um coração vermelhinho, num banco perto de uma escultura, também vermelhinha.


Este pequeno coração trazia consigo uma frase de Stendhal:

"O amor é um sentimento tão delicioso porque o interesse de quem ama confunde-se com o do amado"

20 de março de 2013

Brisa Ostara

Olá,

por motivos de trabalho andei ausente aqui do nosso cantinho. Mas, felizmente, a coisa acalmou e consegui voltar a dar mais atenção às nossas brisas. E nada melhor para recomeçar do que deixar uma brisa de Primavera no dia em que a própria estação chega.

No dia de hoje celebra-se a chegada da Primavera. Às 11h02 o equinócio trouxe consigo promessas de luz e calor. Os antigos chamavam-lhe vários nomes, sendo um deles Ostara.

Ostara é o dia em que se celebra a luz. A nova estação traz luz, calor. Uma óptima altura para recomeços, para arriscar, para crescer. Deixar o frio Inverno para trás e todas as suas restrições. É tempo de nos libertarmos, de tentar alcançar aquilo que queremos.

É por isso que o simbolo de Ostara é o ovo. Porque o ovo significa nascimento, novos começos, fertilidade. A cria rompe o ovo para sair e viver, da mesma forma que devemos romper a bolha que nos impede de ser felizes e arriscar.

Para mim estes dias são muito importantes. E, invariavelmente, costumam ser dias associados a grandes decisões e acontecimentos especiais.
Por isso decidi deixar uma brisa hoje. Na verdade tinha preparado duas iguais. Mas o dia trocou-me as voltas (ou melhor, o trabalho) e acabei por não ir ao local onde queria deixar uma das brisas. Além disso cheguei ao parque já tarde, já a anoitecer, e as fotos da única brisa que deixei não ficaram famosas.


A brisa escolhida foi uma flor de origami, que aprendi a fazer há um ano atrás. Foram as primeiras flores que deixei nestas minhas aventuras.

Deixei-a no Parque Ribeirinho de Vila Nova da Barquinha. Nada melhor que receber a Primavera num local destes (mesmo que a "más horas").
Trazia consigo, no seu pequeno bilhete, um texto escrito por mim e uma frase que dizia:

A Paixão é efémera, o Amor é imortal

A frase não tem dono conhecido. É mais uma daquelas frases que se ouve por aí e que fica no ouvido.
Gostava muito que uma brisa tão especial desse notícias... quem sabe?

Amanhã espero conseguir deixar a outra brisa no local esperado :D

2 de março de 2013

Por Terras das Ninfas do Tejo




E hoje foi dia de libertar umas brisas no Parque da Barquinha (Parque de Escultura Contemporânea Almourol).

O Parque  é lindo, principalmente em dias de sol. Com espaços para diversão de pequenos e graúdos.


 Tive a ajuda de uma pequena aprendiz de mensageira do vento ;)


Libertei 3 brisas todas com cores alegres para colorir um dia meio cinzento... Uma das brisas uma experiência em origami e dois em crochet com as cores do Arco - Íris.



 

16 de fevereiro de 2013

Brisas em Vila Nova da Barquinha

Ao sábado e domingo é normal ao final da tarde ir dar uma volta ao Parque Ribeirinho aqui da terrinha. Acho que já tem outro nome mas eu continuo a chamar-lhe assim. Sou teimosa, dizem...

Nem sempre levo corações comigo. Mas hoje, não sei porquê, apeteceu-me deixar lá algo. Assim, antes de sair de casa ainda fiz um coração de origami para levar comigo.

O parque tem sempre muita gente ao fim de semana. Principalmente crianças. É um sitio para onde gosto de ir, para andar ou sentar debaixo de uma árvore a ler. Também há a hipótese de andar e ler. Mas as pessoas têm tendência a achar isso estranho...

Hoje só faltou o sol para ajudar ao pequeno passeio. Num banco deixei a minha brisa de origami com a esperança de ser rapidamente apanhado, não fosse o vento levá-lo até outras paragens.
Trazia consigo uma frase de Blaise Pascal:

"À força de falarmos de amor, apaixonamo-nos"



Minutos depois, enquanto dava mais uma voltinha vi um senhor passar pelo banco e apanhar o coração. Quem sabe dá notícias?