31 de agosto de 2017

Corações em viagem


Em breve os Corações aoVento, vão de férias, até Barcelona.
Na mala irão levar estes corações, para espalhar amor, esperança e um sorriso.
Como vamos estar fora poucos dias, não poderão actualizar o blog. O facebook irá ser actualizado e quando regressarmos, actualizaremos o blog.

Los Corações ao Vento en breve iran de vacaciones hasta Barcelona.
El blog será actualizado cuando volvermos.


27 de agosto de 2017

Catavento no Jardim Botto Machado


Após a visita ao Panteão Nacional, os Corações ao Vento, foram passear para o jardim Botto Machado, bem perto do Campo Santa Clara.
A zona é extremamente concorrida pela azáfama da Feira da Ladra – área destinada ao comércio ambulante onde se vende um pouco de tudo – e pelos monumentos históricos construídos nas proximidades do miradouro, como o Panteão Nacional e a Igreja de São Vicente de Fora.

Podemos observar o Tejo até à margem ribeirinha do Montijo e, imediatamente à nossa direita, o monumental edifício do Panteão Nacional.
 Aí deixámos outro catavento.




Catavento no Panteão Nacional


Hoje, último domingo de Agosto, os Corações ao Vento foram passear até Lisboa, até ao bairro de São Vicente.
Aí, visitaram a Igreja de Sta Engrácia, mais conhecida por Panteão Nacional.

O Panteão Nacional destina-se a homenagear e a perpetuar a memória dos cidadãos portugueses que se distinguiram por serviços prestados ao País, no exercício de altos cargos públicos, altos serviços militares, na expansão da cultura portuguesa, na criação literária, científica e artística ou na defesa dos valores da civilização, em prol da dignificação da pessoa humana e da causa da liberdade. As honras do Panteão podem consistir na deposição, no Panteão Nacional, dos restos mortais dos cidadãos distinguidos ou na afixação, no Panteão Nacional, de lápide alusiva à sua vida e à sua obra.

Podemos ver os tumulos de Vasco da Gama, Almeida Garrett, Sidónio Pais, etc.
Deixámos um catavento  no tumulo da fadista Amália Rodrigues.





25 de julho de 2017

Anfi del Mar

Hoy estuvimos en Anfi del Mar y hemos dejado este molinillo.
Os Corações ao Vento estiveram em Anfi del Mar e deixaram este catavento.
Today, we were at Anfi del Mar and we left this pinwheel.



24 de julho de 2017

Playa de Puerto Rico

Hoje estivemos na playa de Puerto Rico e deixámos este catavento.
Holy fugimos hasta la playa de Puerto Rico y hemos dejado este molinillo.
Today we were in playa de Puerto Rico and we left this pinwheel.




22 de julho de 2017

Playa de Amadores

Hoje os Corações ao vento foram até à playa de Amadores e deixaram este catavento.
Hoy estuvimos en la playa de Amadores y hemos dejado este molinillo.
Today the Corações ao Vento went to playa de Amadores and left this pinwheel.






20 de julho de 2017

Playa de Maspalomas

Hoy, hemos dejado um molinillo en la playa de Maspalomas. Hoje os Corações ao Vento deixaram um catavento na praia de Maspalomas. Today, we left a pinwheel in playa de Maspalomas.








18 de julho de 2017

Gran Canaria- 1

Os Corações ao Vento vieram de férias de verão. Desta vez foram até a Gran Canaria. No primeiro dia, deixaram este catavento na playa del inglés, na zona de Maspalomas.
Los Corações ao Vento fueron de vacaciones hasta la isla de Gran Canaria. Han dejado su primero molinillo en la playa del inglés, en la zona de Maspalomas.
The Corações ao Vento went for their summer vacation to Gran Canaria. On the first day, they left a pinwheel on playa del inglés, in Maspalomas area.



17 de junho de 2017

Um catavento no arraial


Mês de Junho em Portugal é sinal de arraial.
Os Corações ao Vento foram divertir-se no arraial da Quintinha, na Quinta da Piedade, Póvoa de Santa Iria.

Este arraial é organizado pelo agrupamento 773 dos escuteiros da Póvoa de Santa Iria.
Pudemos provar o tipico dos arraias: sardinhas e caracois.
Deixamos um catavento:




14 de junho de 2017

Oceanário de Lisboa


Aproveitando o bom tempo, os Corações ao Vento decidiram ir passear até à zona oriental de Lisboa e foram (re)visitar o Oceanário de Lisboa.
Uma visita que vale sempre a pena.
Aí foi deixado um catavento entre peixes e pinguins, lontras e medusas.







1 de maio de 2017

Aldeia Museu José Franco


Os Corações ao Vento, aproveitando o feriado do 1º de Maio, rumaram até ao Sobreiro, até à Aldeia-Museu José Franco:
Em início dos anos 60, José Franco deu asas a um sonho, de recriar uma aldeia de caráter etnográfico.
Hoje, na Aldeia-Museu, os visitantes encontram réplicas à escala humana de muralhas de castelos, moinhos de vento, um parque infantil, uma pequena adega onde podem provar o vinho da região ou ainda a padaria, onde podem comprar o afamado pão com chouriço, entre outros.
Durante o nosso passeio, deixámos um catavento.
Fica a sugestão de um fim-de-semana bem passado, bem pertinho de Lisboa.




25 de abril de 2017

Um catavento no Cristo-Rei


Hoje celebra-se os 43 anos da Revolução de 25 de abril,também referida como a  ´Revolução dos Cravos'. Refere-se a um período da história de Portugal, que depôs o regime ditatorial do Estado Novo, e terminou com a implantação de um regime democrático.
Aproveitando que é feriado em Portugal, os Corações ao Vento foram passear ir após atravessar a ponte 25 de Abril, foram visitar o Cristo-Rei em Almada.
O monumento a Cristo Rei foi edificado em cumprimento de um voto formulado pelo episcopado português , pedindo a Deus que livrasse Portugal de participar na 2ª Guerra Mundial. 

Após a visita, foi deixado um catavento.





9 de abril de 2017

Catavento na Sé do Funchal

No último dia de férias, os Corações ao Vento visitaram a Sé do Funchal.
A Sé do Funchal, ou Igreja Paroquial da Sé, ou Igreja de Nossa Senhora da Assunção (início da construção c. 1493), é um templo religioso localizado na cidade do Funchal, Ilha da Madeira.[1]
Mandado construir por D. Manuel I, é dos poucos edifícios que sobreviveram virtualmente intactos desde os tempos da colonização.
A igreja possui uma excepcional cruz processional, oferecida por D. Manuel I. Esta alfaia de culto em prata é considerada uma das obras-primas da ourivesaria manuelina portuguesa. Uma vez que à Diocese de Funchal estiveram sujeitas todas as terras descobertas por Portugal nas Américas, esta se tornou, por alguns anos, a maior diocese católica do mundo, em extensão.
Foi deixado um catavento: